Comissão eleitoral revela que abuso está reabastecendo campanha eleitoral na Inglaterra
Mulheres, candidatos etnicos de minorias e deficientes relataram intimidação desproporcionada durante as eleições de maio, levantando preocupações sobre recrutamento, debate público e campanha face a face.
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O abuso e a intimidação estão mudando a forma como os candidatos participam nas eleições inglesas, de acordo com uma revisão da Comissão Eleitoral dos concursos locais e municipais que se realizaram em maio. Os candidatos descreveram ameaças, confrontos agressivos, ataques físicos e verbais e assédio envolvendo suas famílias. Mais da metade dos candidatos do Trabalho e da Reforma do Reino Unido entrevistados disseram que se encontraram pessoalmente com comportamento inadequado, assédio ou ameaças à sua segurança.
Pressão desigualdade sobre os candidatos
A carga não foi distribuída de forma equitativa. Sete e nove por cento das mulheres dizem ter evitado campanhas sozinhas pelo menos uma vez, em comparação com 46 por cento dos candidatos masculinos. As mulheres também eram substancialmente mais propensas a evitar assuntos controversos. A revisão identificou candidatos etnicos minoritários e com deficiência como outros grupos expostos a riscos aumentados, incluindo situações em que a mobilidade física tornou difícil deixar um encontro ameaçador.
Cerca de um terço dos entrevistados afetados pelo assédio disse que poderia impedi-los de voltar a estar. Essa consequência vai além da segurança pessoal dos candidatos: redução da cansaço das portas e maior rejeição para discutir questões controversas podem restringir o acesso dos eleitores aos futuros representantes. A intimidação também pode afetar quem está disposto a entrar na política local, potencialmente reforçando a subrepresentação de grupos já enfrentando maior abuso.
Confiança na votação, preocupação com a informação
Os resultados não indicam uma ampla perda de confiança na administração eleitoral. A revisão descobriu que 94% dos eleitores na Inglaterra estavam satisfeitos com o processo de votação, perto dos resultados comparáveis em 2025 e 2022. A integridade da informação foi um ponto mais fraco: mais da metade dos eleitores questionados disseram que tinham encontrado informação errada, enquanto um em cada dez relatou que o material que acreditavam era uma falsa.
Proteção existente face a um teste prático
O governo britânico já havia expandido os acordos de segurança de candidatos antes das eleições de maio. Em março, anunciou uma unidade de polícia nacional destinada a identificar criminosos repetidos, coordenar a inteligência e ajudar as forças locais a construir casos. Contatos policiais dedicados e informes de segurança foram estendidos aos candidatos durante as eleições locais e devoltas, enquanto plataformas on-line foram lembradas de seus deveres em relação a ameaças ilegais.
A comissão está agora procurando procedimentos de resposta mais rápidos das empresas de mídia social e expectativas mais fortes para os membros e os camponeses. A legislação proposta também protegeria mais informações de endereço, estenderia as garantias para o pessoal eleitoral e reforçaria as disposições de sentença. O próximo teste será se essas medidas reduzem a intimidação sem restringir o forte desacordo político – e se os candidatos que reconsideraram a sua futura participação decidem que a campanha pode ser novamente realizada de forma segura.