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Comissão Europeia desafia a vontade da Rússia de negociar paz

Bruxelas mantém a pressão para sanções e insiste que os interesses de segurança da Europa exigem a sua participação em uma resolução.

Tradução automática · Original em inglês · Ver original

Em 8 de setembro, um porta-voz da Comissão Europeia disse que a Rússia não demonstrou a vontade de buscar uma paz duradoura na Ucrânia, informou o Kiev Independent. A porta-voz principal, Paula Pinho, entregou essa avaliação enquanto a porta-voz da política estrangeira, Christian Wigand, defendeu sanções continuadas e apoio a Kiev.

A Comissão, no entanto, acolheu as recentes discussões. Também defendeu o papel da UE em decisões que afetam a segurança europeia. De acordo com a publicação, o bloco recebeu informes de representantes nacionais europeus participantes, mas esses contatos não correspondem à representação formal da UE na mesa de negociação.

As apostas institucionais

A distinção tem a base nas conclusões do Conselho Europeu de 18 de junho. Este documento reserva decisões que afetam as responsabilidades da UE ou a segurança do bloco e diz que a Ucrânia deve participar na determinação do seu próprio caminho para a paz. Ele apoia uma solução baseada no direito internacional, com garantias credíveis que protegem a soberania ucraniana. Estes são os princípios de negociação estabelecidos, em vez de condições recentemente adotadas esta semana.

Estas conclusões também identificam contribuições europeias práticas: ajudar a Ucrânia a manter a sua capacidade de se defender, missões militares e consultivas, e potencial monitoramento do cessar-fogo através do Centro Satélite da UE. Eles ligam essas contribuições aos poderes institucionais, às capacidades nacionais e ao direito internacional. Esse quadro explica por que a representação é importante além do protocolo diplomático: a implementação de um acordo pode exigir decisões de várias autoridades diferentes.

Garantia permanece condicional

Um quadro anterior, publicado pela França em 6 de janeiro após uma reunião de Paris envolvendo a Ucrânia, os Estados Unidos e a Coalizão da Vontade, previa garantias que se tornassem ativos depois de um cessar-fogo entrar em vigor. O relatório descreveu a participação em um sistema de monitoramento proposto liderado pelos Estados Unidos e a assistência contínua às forças armadas da Ucrânia. A declaração também contemplou uma força multinacional para ajudar a reconstruir a capacidade militar ucraniana e deter outro ataque.

O documento de Paris fez medidas de reassegurança dependentes da solicitação da Ucrânia e de um cessar credível das hostilidades. Além disso, propôs a conclusão de compromissos que abrangem respostas à renovação da agressão russa, potencialmente incluindo capacidades militares, inteligência, logística e sanções adicionais. Estes planos mais antigos ilustram o trabalho que uma solução exigiria; eles não estabelecem que um cessar-fogo ou implantação já foi acordado. O próximo teste significativo é se a diplomacia produz acordos executáveis e responsabilidades claramente atribuídas.