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Kushner diz que a greve do Doha isolou Israel e fortaleceu a abertura dos EUA em Gaza

O relatório incrível do embaixador americano explica como Washington viu o custo diplomático da operação fracassada de Israel e como isso acabou entrando em mediação subsequente.

Tradução automática · Original em inglês · Ver original

O embaixador especial dos EUA, Jared Kushner, disse que o ataque fracassado de Israel contra os líderes do Hamas em Doha deixou o país internacionalmente isolado e criou a luta que os mediadores americanos usaram nas negociações sobre Gaza. A Al Jazeera publicou um vídeo das observações em 13 de setembro. Sua descrição é significativa porque apresenta o retrocesso diplomático não apenas como dano às relações de Israel com o Qatar e outros parceiros, mas como uma abertura que Washington deliberadamente incorporou em sua estratégia de mediação.

Kushner caracterizou a operação como um grave erro e ligou a resultante raiva internacional à pressão sobre Israel para aceitar um acordo de Gaza. O relatório não estabelece uma nova ação militar, e as observações são uma avaliação por parte de um participante no esforço diplomático dos EUA em vez de uma conta independentemente adjudicada de por que Israel tomou decisões posteriores. Eles, no entanto, fornecem uma rara explicação pública de como o enviado acreditava que a greve fracassada mudou as condições de negociação.

Um mediador com um portfólio formal de Gaza

Os comentários de Kushner carregam peso institucional além dos de um conselheiro externo. Uma declaração da Casa Branca publicada em 16 de janeiro nomeou-o para o órgão executivo que supervisava o quadro de Gaza do presidente Donald Trump e um conselho executivo separado de Gaza. A administração disse que essas estruturas irão coordenar governança, reconstrução, relações regionais, segurança e implementação humanitária com Israel, governos árabes e outros parceiros internacionais.

Esse registro oficial não verifica a nova interpretação de Kushner do episódio de Doha; o vídeo de Al Jazeera é a fonte dessa afirmação. No entanto, ele confirma que ele fala de dentro do mecanismo responsável por avançar o plano dos EUA. A distinção é importante: os documentos formais de Washington descrevem a cooperação e a implementação, enquanto as últimas observações de Kushner revelam o cálculo diplomático forçado que ele diz operado por trás do processo.

Israel reconheceu publicamente seu papel contínuo

O próprio recorde oficial de Israel também coloca Kushner no centro da próxima fase. O escritório do presidente Isaac Herzog informou que Herzog se reuniu com Kushner e com o representante do Conselho de Paz, Nickolay Mladenov, em Jerusalém, em 17 de agosto. Herzog disse que o seu trabalho estava avançando as próximas etapas em Gaza sob o plano de 20 pontos dos EUA e sublinhou que os interesses de segurança israelense permaneceram centrais. Essa reunião confirma o compromisso continuado de alto nível israelense com as semanas-quadro antes da avaliação pública de Kushner.

As observações poderiam complicar essa relação porque atribuem valor estratégico à isolamento internacional criada por uma operação israelense. Eles também podem assegurar o Qatar e outros mediadores que Washington reconheceu a gravidade de um ataque em Doha. O que importa é se os funcionários israelenses contestam a versão de Kushner, se o Qatar o trata como um reconhecimento suficiente, e se o quadro de Gaza pode passar da arquitetura diplomática para governança sustentável, segurança e acordos humanitários.