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Militantes da OTAN destroem drone após cruzar da Bielorrússia para a Lituânia

A aeronave não identificada lançou alertas e uma intercepção defensiva ao vivo, sublinhando a crescente carga contra-drone na missão de polícia aérea da OTAN no Báltico.

Tradução automática · Original em inglês · Ver original

Uma incursão de noite termina em intercepção

A aeronave de combate da OTAN destruiu um drone não identificado depois de entrar no espaço aéreo lituano desde a Bielorrússia no início de 15 de setembro, segundo autoridades lituanas informados pela BBC e The Kyiv Independent. A incursão provocou alertas aéreas em partes da Lituânia antes que o avião aliado interceptasse o drone. O presidente Gitanas Nausėda disse que a resposta demonstrou que a Lituânia e seus parceiros da OTAN estão preparados para defender o espaço aéreo do país.

O operador e a missão pretendida do avião não estavam estabelecidas no momento da publicação. Essa incerteza é importante: as evidências disponíveis confirmam sua direção de viagem e destruição sobre o território da OTAN, mas não estabelecem que a Rússia ou a Bielorrússia lançou um ataque deliberado. As autoridades lituanas deveriam analisar os resíduos recuperados e os dados de voo antes de atribuir responsabilidade ou determinar se o incidente resultou de falha de navegação, interferência eletrónica ou penetração intencional.

Um teste para a defesa aérea do Báltico

O episódio move a preocupação recorrente da Lituânia sobre objetos aéreos não identificados no domínio de um envolvimento defensivo real. O acordo de polícia aérea báltica da OTAN existe porque a Lituânia, a Letónia e a Estónia não mantêm as frotas de combate necessárias para polícia seu espaço aéreo de forma independente. Aeronaves aliadas rotam através de bases regionais, enquanto as autoridades nacionais fornecem radar, infraestrutura de comando e controle e apoio host.

A OTAN disse em 10 de setembro que a polícia aérea báltica e a posição mais ampla do centro oriental eram exemplos de forças aliadas adicionais que reforçam o flanco oriental. A aliança descreveu a Sentra Oriental como uma resposta ao crescente risco colocado pelas incursões de aviões e drones. Esse fundo explica como os combatentes poderiam ser lançados rapidamente, mas não deveria ser lido como atribuição da OTAN a este drone particular.

O que os investigadores devem estabelecer

As perguntas imediatas dizem respeito ao tipo, rota, carga e sistema de controle do drone. Essas descobertas determinarão se a Lituânia trata o evento sobretudo como uma violação da segurança da aviação, uma derrota da guerra na Ucrânia ou uma tentativa hostil de reconhecimento. Eles também informarão se Vilnius está procurando consultas com aliados ou altera procedimentos de alerta ao longo da fronteira com a Bielorrússia.

A intercepção também agrava o problema de custos enfrentado pela defesa aérea europeia. As sortes de combate e mísseis sofisticados podem neutralizar drones relativamente baratos, mas os lançamentos repetidos são difíceis de sustentar economicamente. A OTAN está, portanto, estendendo o trabalho em sensores e interceptores de drones de baixo custo. O incidente na Lituânia será observado como evidência tanto da preparação da aliança quanto da urgência de lançar defesas mais baratas para incursões persistentes.