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Polônia adverte Rússia pode planejar greves híbridas contra aliados da Ucrânia

Donald Tusk diz que a inteligência indica possíveis provocações de drones e mísseis russos contra países que apoiam Kiev, enquanto a NATO e a Grã-Bretanha expandem os planos de resiliência.

Tradução automática · Original em inglês · Ver original

Um alerta de Varsóvia

O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, alertou em 17 de setembro que o plano russo pode incluir ataques de drones híbridos e mísseis contra países que apoiam a Ucrânia, incluindo a Polônia. Falando ao parlamento, ele disse que Moscou poderia tentar apresentar futuros incidentes como acidentes para testar se os membros da NATO responderão coletivamente. O alerta foi marcado como uma avaliação de inteligência e risco de contingencia, não como confirmação de que um novo ataque contra a Polônia tinha começado.

O alerta seguiu uma série de incidentes perto do flanco leste da OTAN. O Guardian informou que um drone aéreo explodiu perto da fronteira ucraniana-polonesa e que os aeroportos poloneses suspenderam temporariamente as operações enquanto a defesa aérea respondeu. Os oficiais britânicos citaram separadamente uma greve de drones em um trem de passageiros de Kiev-Warsaw e ataques repetidos sobre as fronteiras ucranianas como evidência de que a guerra está cada vez mais afetando o transporte, o comércio e o movimento civil perto de estados vizinhos.

Resiliência se torna política de segurança

A OTAN publicou novos requisitos de base para a resistência em 17 de setembro, cobrindo a continuidade da energia, comida, água, saúde e comunicações durante as crises. A aliança disse que os requisitos estão destinados a melhorar a cooperação civil-militar e ajudar os governos a se recuperar rapidamente da perturbação. As autoridades ucranianas contribuíram lições de manter serviços críticos operando sob ataque sustentado, ligando a política diretamente à experiência da guerra.

O governo britânico também apresentou a campanha mais ampla como uma ameaça para as infraestruturas e cadeias de abastecimento europeias. Em um comunicado à OSCE, Londres disse que os ataques da Rússia se intensificaram em escala e método, citando a atividade de mísseis e drones, danos às ferrovia e repetidos ataques perto da infraestrutura fronteiriça. Essa conta oficial suporta o contexto de segurança mais amplo, mas não verifica independentemente todos os elementos da avaliação da inteligência da Polônia.

A questão imediata é se as alertas produzirão medidas preventivas mais fortes sem criar um ciclo de escalada. A Polônia está reforçando suas defesas orientais e procurando apoio aliado contínuo, enquanto a OTAN está concentrando-se na resistência, na defesa aérea e na logística. Para a Ucrânia, a preocupação é prática: se as ligações ferroviárias, as cruzes fronteiriças ou as rotas de combustível forem interrompidas, os parceiros europeus podem achar mais difícil fornecer ajuda durante o próximo inverno. Nenhum procedimento de defesa coletiva da OTAN foi desencadeado pelos incidentes relatados descritos nas fontes revisadas.