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Tesco anuncia campanha de apoio de cassino falso à polícia britânica

Anúncios fraudulentos usaram identidades corporativas e esportivas confiáveis para guiar os usuários para sites de jogo não licenciados promovidos através de plataformas sociais.

Tradução automática · Original em inglês · Ver original

Uma marca de supermercado confiável é copiada por operadores de cassino

A Tesco apresentou uma queixa à polícia da Cidade de Londres depois que anúncios e sites falsamente sugeriram que o supermercado operava um cassino online. O material usou a marca Tesco para emprestar a credibilidade de uma empresa familiar a milhões de consumidores britânicos e direcionou os usuários para um site de jogos que não tinha uma licença para servir o mercado britânico.

O cassino falso foi promovido no Facebook e tinha uma página na plataforma até que Meta recebeu perguntas sobre isso. A Tesco encaminhou o material para o Centro Nacional de Cibersegurança e o Serviço Nacional de Raporto de Fraude. A polícia confirmou a recepção da queixa, mas não a referia a uma força territorial para investigação quando o relatório foi publicado.

Impersonização se estende além de uma empresa

A campanha faz parte de um padrão mais amplo que envolve marcas financeiras, empresas de jogo estabelecidas e atletas prominentes. As imagens de Barclays e Monzo apareceram em promoções de cassino enganosas, enquanto o material não autorizado usou as identidades ou semelhanças de Lewis Hamilton, Jude Bellingham, Erling Haaland, Bruno Fernandes e Tyson Fury.

A tática comum é a lavagem de endossamento: um operador desconhecido ou não licenciado adota um nome, rosto ou identidade visual reconhecível para reduzir a suspeita do usuário. Algumas promoções usam imagens artificiais ou manipuladas. A associação aparente pode fazer com que um serviço de alto risco pareça legítimo, mesmo que a empresa ou indivíduo designado não tenha envolvimento.

Meta remove anúncios identificados durante o relatório. A posição da empresa, como descrito pelo Guardian, é que os anunciantes permanecem responsáveis por cumprir as regras locais. Reguladores e empresas afetadas argumentam que isso deixa plataformas beneficiando-se da publicidade, enquanto vítimas e órgãos de execução suportam grande parte do custo da detecção.

Uma prova para a estratégia de fraude expandida do Reino Unido

A estratégia de fraude 2026-29 do governo identifica a publicidade programática como uma fraqueza estrutural porque leilões em tempo real e verificação fragmentada permitem que os criminosos entrem em canais de distribuição legítimos. Também estabelece uma cooperação mais estreita entre a polícia, agências de inteligência, bancos, provedores de telecomunicações e empresas de tecnologia através de um novo Centro de Crime Online.

A reclamação da Tesco testará se esses acordos podem passar além da remoção de anúncios individuais para identificar os operadores, canais de pagamento e repetir contas publicitárias por trás deles. A Comissão de Jogos espera ganhar poderes adicionais no outono, mas o uso não autorizado da propriedade intelectual corporativa permanece fora de sua remitência central.

Não havia nenhuma acusação penal ou investigação policial formal anunciada na publicação. O desenvolvimento confirmado é a referência da Tesco e a remoção de anúncios identificados, não prova de quem operou os sites. O que acontece depois depende de se a polícia, as autoridades cibernéticas ou os reguladores de jogos conectam a campanha a uma rede organizada mais ampla.