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Milhares de manifestantes em Culiacán pedem fim à violência do cartel de Sinaloa

A marcha de paz marcou dois anos de luta entre as facções rival Sinaloa Cartel que perturbaram a vida diária na capital do estado.

Tradução automática · Original em inglês · Ver original

Uma cidade exige paz

Milhares de pessoas marcharam através de Culiacán, a capital do estado do México Sinaloa, no domingo para exigir segurança, justiça e fim à violência que restaurou a cidade por dois anos. Os participantes vestidos em branco e incluem famílias, jovens, proprietários de negócios, organizações civis e representantes religiosos. A manifestação começou com uma Massagem ao ar livre e prosseguiu pacificamente para o centro da cidade, transformando uma ampla intersecção de frustração pública em uma demanda visível para as autoridades restaurar a vida normal.

A marcha coincidiu com o segundo aniversário da última fase de conflito entre facções rival do Cartel Sinaloa. A confrontação pisa o grupo associado com os filhos de Joaquín “El Chapo” Guzmán contra a facção alinhada com Ismael “El Mayo” Zambada. Sua luta produziu disparos, desaparecimentos, bloqueio rodoviário e interrupções recorrentes em escolas, comércio e transporte. Os organizadores moldaram a manifestação como uma recusa de aceitar o medo e a violência como características permanentes da vida em Culiacán.

Por que o conflito durou

A luta intensificou-se depois que Zambada foi tomada em custódia dos Estados Unidos em 2024, perturbando o equilíbrio interno do cartel e desencadeando uma competição por território e liderança. Os deslocamentos de segurança e as detenções não levaram a um fim duradouro à violência. A estrutura fragmentada do conflito também torna impossível uma única intervenção decisiva: a pressão sobre uma facção pode mudar alianças ou criar aberturas para outro grupo armado em vez de restaurar o controle civil estável.

O Conselho de Viagens dos Estados Unidos de maio de 2026 sublinha o ambiente de segurança mais amplo. O relatório adverte que o crime violento, o sequestro e a violência terrorista permanecem riscos no México, com níveis de ameaça que variam drasticamente por estado. Esse conselheiro não verifica de forma independente o torneio de domingo, mas confirma por que a insegurança sustentada em fortalezas de cartel é uma questão de preocupação além de um único protesto ou operação de polícia local.

O que vem depois

O teste imediato é se as autoridades federais e estatais respondem à marcha com passos medíveis em vez de outra implantação temporária. Os moradores observarão as tendências de homicídio e desaparecimento, a reabertura e funcionamento regular de empresas e escolas, e se as investigações levam a processos. A manifestação não altera o equilíbrio entre facções armadas, mas sua largura importa politicamente: mostra que os moradores de Culiacán estão procurando responsabilidade de todos os níveis do governo, ao mesmo tempo que rejeitam a normalização de um conflito que tem restringido a cidade desde setembro de 2024.