Trump anuncia expansão das sanções russas e dos poderes de tarifa energética para a lei dos EUA
O estatuto visa a evasão de funcionários russos, bancos, redes de energia e sanções, dando ao presidente poderes aduaneiros amplos sobre a Rússia e os principais compradores da energia russa.
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A lei das sanções se torna lei
O presidente Donald Trump assinou o Lindsey O. Graham sancionou a Lei da Rússia e do Irã, de 18 de setembro, que completou uma nova etapa no esforço de Washington para restringir as receitas disponíveis para Moscou durante a sua guerra contra a Ucrânia. A Casa Branca confirmou a assinatura e disse que o estatuto expande as sanções, tarifas e proibições contra a Rússia, ao mesmo tempo que estende as autoridades existentes de sanções contra o Irã. A ação é um verdadeiramente novo desenvolvimento após os votos anteriores do Congresso sobre a legislação.
A lei expande a gama de funcionários russos, instituições financeiras, entidades vinculadas ao Estado, participantes do setor energético, navios e facilitadores de evasão de sanções que podem enfrentar medidas dos EUA. Ele também estabelece um calendário para ações adicionais. O relatório do The Kyiv Independent e Euronews diz que o presidente deve agir no prazo de 30 dias sobre várias disposições, tornando as decisões de execução o foco imediato em vez da própria aplicação formal.
Poder aduaneiro vai além da Rússia
Uma disposição autoriza taxas de até 100% sobre mercadorias de países que fazem qualificações de novas compras de petróleo ou gás natural russo e classifica-se entre os cinco maiores compradores durante o período relevante. Ele também chega às principais jurisdições acusadas de facilitar a evasão das sanções sobre o petróleo. A China e a Índia não são nomeados na descrição legal citada pelo relatório, mas sua escala como compradores russos de energia significa que eles poderiam ser afetados dependendo de como a administração aplica os critérios.
A medida, separadamente, prevê taxas de até 500% sobre as importações da Rússia, sob reserva de exceções legais. Ao mesmo tempo, dá ao presidente a autoridade de renúncia após uma certificação de interesse nacional e um relatório explicativo ao Congresso. Essa flexibilidade foi central para garantir o apoio da Casa Branca, mas também significa que o efeito econômico dependerá fortemente das escolhas executivas, das prioridades de execução e de quaisquer isenções concedidas.
Riscos de pressão, levamento e implementação
Os apoiadores argumentam que o pacote pode aumentar o custo de financiamento da guerra da Rússia, voltando tanto para as receitas diretas da Rússie como para as relações comerciais estrangeiras que mantêm as exportações de energia em movimento. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, acolheu a assinatura e pediu uma implementação rápida. A legislação foi aprovada com apoio substancial em ambas as câmaras, embora alguns legisladores se opuseram a transferir ampla discriminação aduaneira ao presidente.
Os próximos 30 dias mostrarão se a administração usa a lei principalmente como pressão econômica imediata ou como negociação de alívio. As questões-chave incluem quais funcionários, bancos, navios e compradores estrangeiros são designados; como Washington interpreta os limiares de classificação e compra; e se renunciam a aliviar as medidas. Os governos e os comerciantes de energia também monitorarão a retaliação, o redirecionamento da oferta e os custos de transação mais elevados em mercados já estendidos por distúrbios relacionados com conflitos.