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Diretor de Direitos da ONU exige responsabilidade por mortes em custódia de imigração dos EUA

A intervenção de Genebra liga a supervisão da detenção com salvaguardas contra a deportação para destinos perigosos.

Tradução automática · Original em inglês · Ver original

Volker Türk, chefe das Nações Unidas para os Direitos Humanos, pediu responsabilidade por mortes na guarda de imigração dos Estados Unidos durante uma intervenção no Conselho dos Direitos Humanas, em 7 de setembro. A Euronews informou que ele citou 23 mortes este ano, incluindo quatro desde a sua atualização de junho. Suas observações trazem uma revisão internacional sobre o tratamento das pessoas detidas durante o processo de imigração.

Türk também pediu à Washington que pare de retornar pessoas para destinos onde eles poderiam enfrentar danos graves e irreversíveis, mencionando especificamente Haiti, de acordo com Euronews. Ele pediu salvaguardas processuais em remessas para países terceiros. A intervenção conecta duas responsabilidades distintas: proteger as pessoas enquanto estão detidas e avaliar os perigos que podem enfrentar após a remoção.

Previsões institucionais anteriores

Uma decisão de 10 de março do Comitê das Nações Unidas sobre a Eliminação da Discriminação Racial já tinha levantado preocupações sobre cuidados médicos e condições inadequadas em instalações de imigração dos EUA. Ela pediu que a detenção fosse usada apenas como último recurso, seguindo avaliações individuais, e pediu acesso a cuidados médicos, aconselhamento jurídico, alimentos e serviços sociais.

O comitê também procurou alternativas para a detenção e investigações eficazes de suspeitas de abuso por parte do pessoal de execução da imigração. Estas recomendações fornecem um quadro para avaliar a resposta às últimas preocupações. Eles não estabelecem de forma independente o número de mortes de Setembro de Türk, e as estatísticas anteriores do comitê não devem ser tratadas como uma medida atualizada das condições hoje.

Decisões de remoção carregam riscos separados

A preocupação com as deportações inseguras também tem uma história documentada. Em uma comunicação aos Estados Unidos, em 19 de janeiro, os especialistas dos direitos humanos da ONU levantaram os casos de seis cidadãos do Nicarágua que enfrentam possível remoção. Eles incluíram pessoas com reivindicações pendentes de asilo, atividades políticas ou de direitos humanos e necessidades de saúde. Os especialistas alertaram que a transferência para outro país ainda poderia expor um indivíduo à perseguição.

Essa comunicação enfatizou a revisão individual, as garantias judiciais e a proibição de devolver pessoas em perigo grave. Ela ilustra por que a vontade de um destino para receber deportados não responde por si só às questões de proteção. O que importa é se as autoridades dos EUA fornecem informações transparentes sobre as mortes presas, investigam a responsabilidade e demonstram avaliações significativas de risco antes de serem removidas. As intervenções das Nações Unidas exigem ação; elas não estabelecem que essas medidas foram implementadas.