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Zelenskyy suspende procurador-geral russo Ruslan Kravchenko

O decreto presidencial remove imediatamente Kravchenko das funções ativas, enquanto o parlamento mantém a responsabilidade de aprovar sua demissão formal.

Tradução automática · Original em inglês · Ver original

Decretos presidenciais entram em vigor

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, suspendeu o Procurador-Geral Ruslan Kravchenko, escalando uma confrontação no centro do sistema de aplicação da lei e anti-corrupção do país. Decisão não. 905/2026, assinado em 14 de setembro, ordena a remoção de Kravchenko dos direitos ativos no âmbito do quadro jurídico de guerra. A medida é efetiva como suspensão executiva, mas não completa por si só o processo constitucional para a demissão permanente do procurador-geral.

O texto formal é curto e inequívoco. Cita a disposição da lei da Ucrânia sobre o regime legal de direito marcial que autoriza o presidente a agir e nomea Kravchenko como o oficial sendo suspenso. Meduza informou que uma votação parlamentar sobre sua demissão foi esperada para 15 de setembro. Essa distinção é importante porque o Conselho de Verkhovna, em vez de apenas a presidência, deve fornecer a aprovação legislativa necessária para terminar a sua mandato.

Conflito com órgãos anti-corrupção

A suspensão segue uma disputa que se aprofundou rapidamente, envolvendo o Gabinete do Procurador-Geral e as instituições anti-corrupção independentes da Ucrânia. Kravchenko tinha apresentado sua renúncia em 8 de setembro após pesquisas em seu escritório. Na manhã do decreto, ele divulgou uma declaração acusando o National Anti-Corruption Bureau de tomar inadequadamente materiais de caso criminal durante essas pesquisas e disse que ele tinha preparado uma notificação de suspeita contra o diretor da NABU Semen Kryvonos.

Kryvonos disse que ele não recebeu tal aviso, de acordo com a conta de Meduza. Zelenskyy então indicou publicamente que a partida de Kravchenko foi o único resultado aceitável antes de assinar o decreto. As alegações concorrentes não foram adjudicadas, e a ordem oficial disponível não faz conclusões factuais sobre elas. Devem, portanto, ser entendidas como reivindicações dos funcionários envolvidos, e não como evidências estabelecidas de roubo de documentos, fabricação ou outra conduta criminal.

Meduza também informou que Kravchenko tinha deixado a Ucrânia em um veículo oficial e descreveu sua localização como uma viagem de trabalho estrangeiro. Ele disse que pretende reunir brevemente parceiros internacionais sobre o estado do sistema anti-corrupção. Que particularmente viagens adiciona urgência política, mas não altera a sequência legal: suspensão ocorreu, enquanto a remoção permanente ainda depende do parlamento. O decreto da Presidência não contém nenhuma nomeação de substituição, nem uma explicação detalhada de quem exercerá os poderes do gabinete no interino.

O Parlamento e a credibilidade institucional

O próximo evento decisivo é a votação do Conselho. A aprovação completaria a remoção de Kravchenko e forçaria o governo a estabilizar a liderança em uma instituição responsável por grandes processos penais durante a guerra. A rejeição ou o atraso criaria uma divisão incomum entre a ordem de suspensão do presidente e o papel constitucional do parlamento. Além disso, os parceiros internacionais irão verificar se o litígio é resolvido através de procedimentos legais transparentes, porque a independência operacional da NABU e de outros organismos anti-corrupção permanece central para a integração europeia da Ucrânia e para o apoio financeiro externo.